O Flamengo está próximo de disputar a sexta final consecutiva do Campeonato Carioca. O Rubro-Negro venceu o Fluminense por 2 a 0, neste sábado (9), no Maracanã, pelo jogo de ida da semifinal, e agora pode até perder por dois gols de diferença, no próximo sábado (16), às 21h, para chegar à decisão. Everton Cebolinha e Pedro marcaram os gols da vitória.
O time comandado por Tite foi superior, controlou as ações durante os 90 minutos e venceu de forma justa. O placar, inclusive, não refletiu o domínio e mantém os tricolores vivos, mas com uma missão ingrata pela frente. Para chegar à final e seguir sonhando com o tri, o Fluminense precisará vencer por três gols de diferença.
O jogo
O Flamengo sufocou o Fluminense durante o primeiro tempo. Com uma marcação bem encaixada, o Rubro-Negro dominou o meio-campo e anulou as ações dos tricolores. O time comandado pelo técnico Tite fez uma pressão nos primeiros 15 minutos e não perdeu o controle mesmo após o Tricolor esfriar a partida.
Após a pressão inicial do Flamengo, o Fluminense conseguiu ter mais a posse de bola, mas não conseguia criar oportunidades. Com dificuldade de jogar pelo meio, restava inverter nos pontas, mas sem muito sucesso. O Rubro-Negro, por sua vez, assustava com Pedro, que chegou a carimbar a trave.
O primeiro tempo parecia que terminaria com o placar zerado, mas nos acréscimos o Flamengo inaugurou o marcador com Everton Cebolinha, aos 46 minutos, de cabeça. Pulgar recebeu pela direita, cruzou na segunda trave e encontrou o atacante livre — que estava na mesma linha da zaga tricolor.
O panorama não mudou na etapa final. O Fluminense voltou com Marcelo, mas seguia com as mesmas dificuldades de criação. O Flamengo, que já tinha o controle da partida, aumentou o domínio após a expulsão do zagueiro tricolor Thiago Santos, aos 17 minutos.
Com o controle do jogo e a vantagem no placar, o técnico Tite se sentiu confortável para deixar o time mais ofensivo e buscar aumentar o resultado. O Flamengo encontrava espaços com mais facilidade e teve chances com De La Cruz e Arrascaeta. Nos acréscimos, Arrascaeta — com muita liberdade pela esquerda — cruzou na segunda trave para Pedro, aos 46, fechar o placar.