O prefeito de Campos, Wladimir Garotinho, comentou sobre as negociações para a coalizão nacional entre o seu partido político, o Partido Progressista (PP) e o União Brasil para a eleição de 2026. A conversa foi durante uma entrevista, neste sábado (22), no evento “Prefeitura Presente” organizado pela Prefeitura de Campos, em Ururaí.
“Esta pactuação está em conflito, está difícil de resolver em alguns estados. Não é o caso do Rio de Janeiro, que está pacificado e o presidente vai ser o Dr. Luizinho caso a federação saia. Essa semana nos reunimos com Luizinho e fomos avisados das tratativas . Caso a federação saia no Brasil o Luizinho, do PP, será o presidente no Estado do Rio”, reforçou Wladimir.
Sobre os candidatos a Governador do Rio de Janeiro, vice-governador, Senador e deputados federais e estaduais, Wladimir disse que ainda é cedo. “Ainda não sabemos quem será candidato. Dizem que o candidato certo até agora é o Eduardo Paes para o Governo do Rio. Eu digo que nem ele é porque depende de quem for o nome do outro lado”, acrescentou Wladimir.
Sobre sua candidatura na eleição 2026, Wladimir também não antecipou as opções. “Temos que esperar. Agora é cuidar de Campos e do meu povo. Eu quero o melhor para o Rio de Janeiro. Estive no mesmo palanque do governador Cláudio Castro e estarei em outro palanque se for um candidato que eu acredito e que eu confio. É muito cedo”, resumiu.
Aliança Partidária
No Brasil, o PP e o União Brasil buscam se unificar estrategicamente para ganhar força. Caso haja a coalizão, o deputado Arthur Lira, ex-presidente da Câmara é cotado para se tornar o presidente nacional. A legislação atual prevê que os partidos devam criar uma sigla única e atuar juntos por quatro anos. Eles ainda devem dividir o Fundo Partidário, o tempo de propaganda em TV e o programa político.