Rio – O governador do Rio afirmou que seis detidos durante os ataques na Zona Oeste do Rio, na segunda-feira (23), foram soltos por falta de indícios de envolvimento. A região viveu momentos de terror, após, a morte do sobrinho e braço direito do Zinho, em Santa Cruz. Cláudio Castro acompanhou o monitoramento das Forças de Segurança, nesta terça-feira (24), no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, no Centro, e afirmou que os incêndios a ônibus, trem e veículos provocados por milicianos serão tratados como terrorismo.
Segundo o governador, 12 criminosos envolvidos no incêndio de 35 ônibus, sendo 20 da operação municipal, cinco BRTs e outros 10 de turismo e fretamento, foram detidos na segunda-feira. No entanto, seis deles já foram soltos e os demais serão denunciados ao Ministério Público do Rio (MPRJ). “Das 12 pessoas que foram detidas, seis mantiveram a prisão, outros seis foram soltos por falta de indícios. Esses seis serão indiciados por terrorismo e em seguida, vão ao MP, para que denunciem. Por parte da Civil, esse tipo de crime vai ser encarado como terrorismo, porque é”, declarou Castro.